A seguridade mundial
Decentes, considerados, altruístas... os milhões de pessoas que se manifestarão em contra do ultimato a Iraque, em contra de uma resolução a favor da tirania e da humilhação do povo iraquiano, tinham convencidos da ideia de que o Conselho de Segurança da ONU tem autoridade para legitimar o recurso à força. Uma coalizão voluntária de democracias liberais dispostas a pôr a seus soldados em perigo, não lhes bastava. Não parece importar que estas tropas sejam utilizadas para fazer cumprir as exigências do Conselho de Segurança. Se um pais ou uma coalizão de países diferente do Conselho da ONU utiliza a força, incluso como último recurso, não prevalece o critério internacional senão a “anarquia”, destruindo assim qualquer esperança de alcançar um ordem mundial. Ordem mundial que tem que ser escolhido por toda a sociedade.
Estas manifestações, como outras muitas, estão a favor da democracia, o sistema escolhido por todos. Um sistema que não aceita as decisões próprias, a soberbia e a tirania de alguns governantes que se consideram, a sim mesmos, os salvadores da Terra, do mundo. Ninguém, quer ficar subordinado a alguém que não comparte as suas ideias, a alguém que persegue o bem próprio, o como falam eles, o de sua nação.
A interacção entre todos os países faz que todos fiquemos juntos, que toda a sociedade mundial seja uma. Uma sociedade complexa, mas ao mesmo tempo, participativa dos mesmos ideais. Ideais que não aceitam algumas pessoas. Aquelas que só pensam em sim mesmos, absorvidas pelos interesses económicos e pelas ânsias de ganhar mais, de conseguir o melhor. Ganhas e interesses que absorveram ao líder, carismático ou não, dos Estados Unidos, ao esse tirano que decidiu quebrar a paz mundial, chamado George Bush.
Não é este personagem quem tem que decidir se sim há guerra ou não. É a própria sociedade quem tem que apostar pelos seus interesses e decidir que fazer. Por se alguém não se deu conta, as Nações Unidas é a nossa representação, o que nos decidimos e como outras muitas vezes, nossos representantes esqueceram o povo, a nossa opinião.
Tomás Jiménez Ruiz
Decentes, considerados, altruístas... os milhões de pessoas que se manifestarão em contra do ultimato a Iraque, em contra de uma resolução a favor da tirania e da humilhação do povo iraquiano, tinham convencidos da ideia de que o Conselho de Segurança da ONU tem autoridade para legitimar o recurso à força. Uma coalizão voluntária de democracias liberais dispostas a pôr a seus soldados em perigo, não lhes bastava. Não parece importar que estas tropas sejam utilizadas para fazer cumprir as exigências do Conselho de Segurança. Se um pais ou uma coalizão de países diferente do Conselho da ONU utiliza a força, incluso como último recurso, não prevalece o critério internacional senão a “anarquia”, destruindo assim qualquer esperança de alcançar um ordem mundial. Ordem mundial que tem que ser escolhido por toda a sociedade.
Estas manifestações, como outras muitas, estão a favor da democracia, o sistema escolhido por todos. Um sistema que não aceita as decisões próprias, a soberbia e a tirania de alguns governantes que se consideram, a sim mesmos, os salvadores da Terra, do mundo. Ninguém, quer ficar subordinado a alguém que não comparte as suas ideias, a alguém que persegue o bem próprio, o como falam eles, o de sua nação.
A interacção entre todos os países faz que todos fiquemos juntos, que toda a sociedade mundial seja uma. Uma sociedade complexa, mas ao mesmo tempo, participativa dos mesmos ideais. Ideais que não aceitam algumas pessoas. Aquelas que só pensam em sim mesmos, absorvidas pelos interesses económicos e pelas ânsias de ganhar mais, de conseguir o melhor. Ganhas e interesses que absorveram ao líder, carismático ou não, dos Estados Unidos, ao esse tirano que decidiu quebrar a paz mundial, chamado George Bush.
Não é este personagem quem tem que decidir se sim há guerra ou não. É a própria sociedade quem tem que apostar pelos seus interesses e decidir que fazer. Por se alguém não se deu conta, as Nações Unidas é a nossa representação, o que nos decidimos e como outras muitas vezes, nossos representantes esqueceram o povo, a nossa opinião.
Tomás Jiménez Ruiz
